
Ensinaram-me que por ultimo se põem os títulos. E foi por essas e outras desculpas que nunca distinguir o real e o sem valor. Cultivo os mesmos sentimentos para todos os homens a quem amei e a todos os livros que já li. E fui automaticamente me habituando a não intitular as coisas e não deixando se intitular. Hoje, sou poema sem ponto e sem título!