
Se existem tantas maneiras de amar, aceito o nosso estranho amor! Amo então esse espaço no tempo em que me permite odiar-te, e em seguida, amar-te novamente. Se existem tantas maneiras de amar, eu aceito então essa maneira banal de querer-me como se apenas! E até acredito nessa exclusividade leviana. Se existem tantas maneiras de amar, então que me ame dessa sua maneira que esquece. Dessa maneira que não admite. Ame de modo que não seja necessariamente verdadeiro, mas que seja assim meramente ou de qualquer jeito! Porém, se na vida não existirem tantas maneiras de amar, então meu exclusivo amor, que enganemos a vida!