
Eu não posso ser um segredo... Porque meus olhos enxerga bem o que têm do outro lado da rua. Tenho os sentidos feitos para amar! E na contemporaneidade dos fatos, vou ler baixo, interpretá-lo silenciosamente. Eis o momento de soletrar o Tempo. Por sinal, eis o tempo de esquecer o que sinto! Eis o tempo de abandonar as lembranças até que os orgulhos se deixem esquecidos também. Eis o tempo de trocar os lençóis da cama... Eis o tempo de deixar de te amar. Deixar-te ir. Fechar a porta. Apagar você, por orgulho ou por revolta... Mas eu não posso ser um segredo teu!